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30 de jun de 2012

SENTIMENTO PERDIDO


" Dentro da noite vazia
rabisco no tempo
a dor de um sentimento perdido. "

=- Bruno de Paula -=

24 de jun de 2012

ESPELHO DE PALAVRAS MUDAS


" Atravesso o frio
que o reflexo deste espelho
me serve como solidão.

Mergulho na secura súbita de sentimentos.
Deserto estridente das horas,
onde olhares não se movem.

Procuro o tempo, que se esconde,
nesta paisagem falsa
que me cerca. "

=- Bruno de Paula -=

22 de jun de 2012

(...)


(...) Até onde nos pertencemos ?

=- Bruno de Paula -=

20 de jun de 2012

TUA PRISÃO


" (...) Carregas tantos sentimentos dentro de ti,
que farás de teus dias,
tua própria prisão ... "

=- Bruno de Paula -=

18 de jun de 2012

ECOS D'ALMA - FÁTIMA PORTO



Compartilho com vocês, o privilégio, a honra,
de ter um de meus poemas,
publicado na contracapa do Livro "ECOS D'ALMA",
da Nobre Escritora Portuguesa, FÁTIMA PORTO.
Lançado em 16/06 - No Salão Nobre da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro/ Portugal.

Desejo-te todo sucesso, Fatima Porto.

AMAR ...


" Amar ...
Não é partida, nem chegada.
Não é estação e,
muito menos viagem.

Amar ...
É uma linda paisagem interna.
Nunca vista pelos olhos.
Somente pela alma. "

=- Bruno de Paula -=

12 de jun de 2012

FELIZ DIA DOS NAMORADOS


" Um amor,
que a saudade nos ensina a chorar baixinho e,
a rir sozinho.
Um doce despertar, sem nunca acordar ... "

=- Bruno de Paula -=

11 de jun de 2012

ETERNA BUSCA


" Nasci do nada
Do eco de um choro
Do grito de uma vida

Caminhei por estradas desertas,
Formando rios com minhas lágrimas.

Realizei sonhos sem donos.

Fui insano, fui escasso
Fui intenso, fui amor.

Já me vesti
Do vento de outono
Da primavera perfumada
Do inverno das saudades
Do verão das paixões.

Sou
O que o tempo me ensinou.
O poema da minha dor.
Sou a eterna busca
De quem, Eu sou. "

=-Bruno de Paula -=

7 de jun de 2012

(...)


" Não sei como definir ...
São apenas fragmentos de um sentimento.
Recortes de um passado, que às vezes,
me chegam como saudade. "

=- Bruno de Paula -=

1 de jun de 2012

(...)


" Quantas certezas, 
me fizeram ajoelhar ...
Subestimando meus sentimentos.
Ignorando a voz de um coração.

Quantas certezas,
me levaram para longe e,
sem piedade,
me ofertaram à solidão. "

=- Bruno de Paula -=