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10 de abr de 2010

UM NADA ...


" Quando a brisa do mar
Toca-me o corpo
E na pele
Sinto o calor do sol,
O tempo pára por um momento
E da alma ...
Brota uma lágrima.
Quando o pôr-do-sol
Despede-se
Sem nada dizer ...
Procuro-te no céu.
As estrelas,
Falam-me de ti.
O luar,
Cobre-me de saudades,
Fazendo o tempo caminhar.
Olho para os lados,
E não te encontro.
Olho pra trás ...
E encontro o meu mundo
Tornando-se um nada ... "
=- Bruno de Paula -=

Um comentário:

  1. Acho maravilhosa a sua maneira de conviver com o romantismo da natureza. Poucas pessoas param pra enxergar aquilo que está tão claro e tão obvio, só mesmo esse olhar de poesia pra faze-lo. Parabens poeta.
    Beijos carinhosos

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