
" Já cansado e desiludido deste mundo,
Lançei ao vento, as velas dos sonhos.
Navegando em mar aberto e sem destino ...
Tempos à deriva, em meio as tempestades,
O mar, fez-me aportar em teus braços.
Lançei ao vento, as velas dos sonhos.
Navegando em mar aberto e sem destino ...
Tempos à deriva, em meio as tempestades,
O mar, fez-me aportar em teus braços.
Fazendo-te,
o meu tão sonhado refúgio.
Trazendo ...
Nos olhos ... As cores do arco-íris.
Na voz ... O sussurrar do vento.
Nas mãos ... Afagos feito brisa.
No ombro ... a força de um rochedo.
No colo ... a maciez da areia,
Onde alí adormeci,
Não querendo mais partir ... "
=-Bruno de Paula -=
Trazendo ...
Nos olhos ... As cores do arco-íris.
Na voz ... O sussurrar do vento.
Nas mãos ... Afagos feito brisa.
No ombro ... a força de um rochedo.
No colo ... a maciez da areia,
Onde alí adormeci,
Não querendo mais partir ... "
=-Bruno de Paula -=
Ah...o Amor...esse tão anelado sentimento...que impulsiona todo Ser Humano, a "se lançar" em busca de um "PORTO SEGURO".
ResponderExcluirNessa rota dual onde há oscilações entre sonho e realidade, a Amizade muitas vezes tem sido a bússula,que nos traz direção...
Assim é você Bruno e tua poesia...
"Nunca se chega ao porto. Mas quando duas rotas amigas coincidem, o mundo inteiro então nos parece o anelado porto."( Hermann Hesse)
Feliz por todas as "coincidências"...Te beijo!!